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ATIVIDADE FÍSICA E MENOPAUSA.....

Um pouco de exercício melhora e muito o bem estar de mulheres que estão passando pela menopausa. Pesquisadores da Penn State University acompanharam 164 voluntárias previamente sedentárias. As mulheres foram divididas em três grupos. Um grupo realizava caminhadas de 1 hora 3 vezes por semana, outro grupo participava de 2 sessões semanais de Yôga e um terceiro grupo não se engajou em nenhum tipo de atividade física. Os resultados publicados no Annals of Behavioral Medicine Após 4 meses os dois primeiros grupos relataram melhoras principalmente no humor mas os especialistas relatam que o ideal mesmo seria combinar os dois tipos de atividades, já que as caminhadas trabalham o sistema cardiovascular e a Yôga trabalha a concentração, a elasticidade e a força muscular.

CAMINHADAS REDUZEM A VONTADE POR CHOCOLATE......

Pesquisadores da Universidade de Exeter descobriram que caminhar rapidamente por apenas 15 minutos reduz a vontade de consumir chocolates! Os benefícios do exercício já haviam sido documentados para o tratamento de dependências de cigarro e medicamentos o que também parece se aplicar quando falamos de compulsão alimentar. Geralmente a compulsão tem como alvo alimentos calóricos, ricos em açúcar e gorduras, sendo o chocolate o alimento mais citado nas pesquisas. Isto porque o alimento contém nutrientes que temporariamente melhoram o humor. O problema é que podemos criar o hábito de consumir este produto em grandes quantidades principalmente sob situações de estresse, quando o mesmo está disponível ou mesmo quando ficamos menos ativos fisicamente. A pesquisa foi publicada na revista científica Appetite .

FELIZ 2009 !!!!!

PESQUISA MOSTRA QUE MULHERES SÃO MAIS SEDENTÁRIAS....

No Brasil, a boa forma beira a obsessão, principalmente entre as mulheres. Mas os números frustram as expectativas. Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) - que reúne profissionais que executam a cirurgia de redução do estômago - constatou: apenas 31% das mulheres praticam atividade física regularmente, contra 48% dos homens. O objetivo era traçar um perfil dos obesos, com 4.223 entrevistas, nas cinco regiões do País. O pior é que o sedentarismo está ligado a um estilo de vida contemporâneo, que costuma acarretar também uma maior tendência ao estresse e à depressão. O acúmulo de papéis, a dupla jornada de trabalho e o predomínio de atividades que não exigem movimento nem esforço físico contribuem para esse quadro, assim como o predomínio do carro como meio de transporte, e os hábitos de assistir à TV ou passar horas diante do computador.

FELIZ NATAL !!!!!!

UMA SESSÃO DE EXERCÍCIO JÁ MELHORA O METABOLISMO DE PESSOAS COM EXCESSO DE PESO...

Pesquisadores da Universidade de Michigan examinaram o efeito do exercício no acúmulo de gordura em um novo estudo com mulheres obesas. Após uma única sessão de exercício foi observado: * uma maior oxidação (queima) da gordura; * uma redução de subprodutos do metabolismo da gordura dentro do músculo, o que reduz a resistência à insulina.

EXERCÍCIO AERÓBICO INIBE APETITE COM MAIS EFICÁCIA......

Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação. Segundo a pesquisa, publicada nesta sexta-feira na revista da Sociedade Americana de Fisiologia, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, enquanto 90 minutos de musculação afetam apenas um deles. Há vários hormônios que ajudam a regular o apetite, mas os pesquisadores se concentraram em dos dois principais, o peptídeo YY e a ghrelina. O primeiro inibe o apetite, e o segundo é o único hormônio conhecido por estimulá-lo. Na experiência britânica, 11 homens jovens realizaram várias rotinas de exercícios, com intervalos de descanso, ao longo de vários dias. Em vários estágios de cada sessão de exercícios, eles preenchiam um questionário sobre o grau de fome que sentiam, e os cientistas mediam os níveis de ghrelina e de peptídeo ...